DE BECO EM BECO

(com Beto Gonzales)

 

Se acabar a estrada

pra meus pés descalços,

valso,

me alço até voar.

 

Eu teço horizontes

e não volto ao de ontem.

Gente

nasce é pra criar.

 

Movo estorvos, sorvo vida e vida,

vou de beco em beco e acho a saída.

 

Mando à parentalha

algo que lhe valha:

tralhas

e beijos pra ti.

 

Amo essa querência,

tramo outro esperança,

salvo

mesmo as que perdi.

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