PARA DINARTE VALENTINI

O meu coração exige

que eu cante até me acabar,

então, eu sigo a cantar

o que alegra e o que aflige,

o adeus e a volta às origens,

dia, noite, roça, mar,

romances de festejar

e ânsias de musas virgens

 

as fabulosas  vitrines

que expõem almas solidárias,

o abraço forte que ampara

até que a dor se termine,

uma canção que ilumine

mais ainda a tarde clara

– canção brotada da seara

de Dinarte Valentini.

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