DOS ARQUIVOS IMPLACÁVEIS

Juarez Fonseca
@ Depois de um bom tempo, Talo Pereyra e Robson Barenho ressurgiram marcando presença na 36ª Coxilha Nativista, de Cruz Alta, que já foi um dos principais festivais do Estado e há anos andava atolado na mesmice. A música de Talo e Robson, “Eis-me Aqui”, não tem sequer uma palavra de jargão regionalista, é universal, e sua premiação traz a Coxilha de volta à atenção. Talo e Robson provam, desde o início de seu trabalho, nos anos 1980, que nosso regionalismo pode e deve ser universal. Na Coxilha, sua música ficou em segundo lugar, ganhou o prêmio de melhor letra e deu a Talo, com sotaque e tudo, o troféu de melhor intérprete. Cresce a Coxilha no meu conceito – e lá nos anos 80 fui duas vezes jurado. Mas Talo e Robson: posto aqui um recorte de outra vitória deles, em 1987.
JUAREZ DEZ LUAS

 

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